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Educação Para Mulheres na América Latina: Um Olhar Decolonial Sobre o Pensamento de Nísia Floresta e Soledad Acosta de Samper
Coles
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Educação Para Mulheres na América Latina: Um Olhar Decolonial Sobre o Pensamento de Nísia Floresta e Soledad Acosta de Samper in Grande Prairie, AB
Current price: $4.99

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Size: Kobo eBook
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Em Educação para mulheres na América Latina: um olhar decolonial sobre o pensamento de Nísia Floresta e Soledad Acosta de Samper, Adriane Lima narra a história de duas intelectuais na América Latina do século XIX. Sua proposta nos liberta, de início, da tendência - quase um fardo - de contar a história da mulher sempre a partir de suas faltas, perdas, impossibilidades, fracassos. Não porque Nísia Floresta e Soledad Acosta de Samper não tenham vivido a parcela de sofrimento dos humanos, e, especialmente, das humanas, num mundo concebido pelos homens e para os homens. Contudo optar por estudar mulheres bem-sucedidas em seu campo de atuação, mesmo sem ainda o idêntico reconhecimento dedicado aos homens, não é abrandar a vigência do patriarcalismo que oprime todas, mas iluminar as "fendas" na modernidade eurocêntrica e fazer ecoar, cada vez mais alto, as vozes silenciadas de outras mulheres e daquelas populações historicamente desumanizadas, os negros e os indígenas.
Em Educação para mulheres na América Latina: um olhar decolonial sobre o pensamento de Nísia Floresta e Soledad Acosta de Samper, Adriane Lima narra a história de duas intelectuais na América Latina do século XIX. Sua proposta nos liberta, de início, da tendência - quase um fardo - de contar a história da mulher sempre a partir de suas faltas, perdas, impossibilidades, fracassos. Não porque Nísia Floresta e Soledad Acosta de Samper não tenham vivido a parcela de sofrimento dos humanos, e, especialmente, das humanas, num mundo concebido pelos homens e para os homens. Contudo optar por estudar mulheres bem-sucedidas em seu campo de atuação, mesmo sem ainda o idêntico reconhecimento dedicado aos homens, não é abrandar a vigência do patriarcalismo que oprime todas, mas iluminar as "fendas" na modernidade eurocêntrica e fazer ecoar, cada vez mais alto, as vozes silenciadas de outras mulheres e daquelas populações historicamente desumanizadas, os negros e os indígenas.




















